sexta-feira, outubro 13


Tanta gente a mais...

1996 até 2002 PS, 2002 a 2005 PSD/PP, 2005 a 2009 PS, provavelmente de 2009 a 2013 PS, portanto teremos em 17 anos, 14 de socialismo.


Como é que alguem pode querer que seja que nação for cresça com 14 anos de socialismo?


E para piorar a situacao, nao é só 50% PS, juntem-lhe ainda os + de 10% que votam BE e PCP. Tudo junto dá aproximadamente 63% (ultimas legislativas) a votar em partidos de esquerda.


Se contarmos com 10 milhoes a populacao portuguesa, se votarem 60%, dá um total de 6 milhoes de eleitores, 63% disso dá 3780000 "esquerdóides".


Sabendo que dos 4 milhoes que nao votaram, a maior parte sao idosos e pessoas "excluidas" (interior,do campo,ignorantes,anarcas, preguiçosos que nao estão para sair de casa e ir votar), temos + uns milhoes e milhares a contribuir para este degredo.


Temos ainda que ter em conta que dos milhoes que votam no PSD, a maior parte são uns oportunistas, sanguesugas,parasitas da sociedade, que so querem o tacho e comer o mais que podem.



Logo, por alto poderia apontar numa estimativa por baixo, uns, vá lá... 8 milhões de anormais que fazem deste país, cada vez mais, uma republica das bananas onde nada se respeita,nada funciona,nada se cumpre, nada de nada, cada vez mais nada...



Cada vez mais dou por mim a pensar: "Amo portugal, odeio os portugueses".



É como uma frase que ouvi há dias: "Portugal tem 6 milhões de pessoas a mais", mas neste caso não seriam só benfiquistas... (piadinha)



E respondendo à questão colocada pelo Mestre de Avis no post anterior:



- Alguns milhões meu amigo. E o mais incrível e entristecedor, é que o conseguem...

10 comentários:

Anónimo disse...

"Amo portugal, odeio os portugueses": Infelizmente, também partilho do mesmo sentimento.
Abraço

besta mecanica disse...

Claramente oportuno este post. É sempre bom realçar que o nosso combate não se faz só pela Nação, mas também contra os inimigos dela. E o nosso inimigo é a esquerda, o degredo hipócrita de uma ideologia caduca e sanguinária!

Cumprimentos

jb bettencourt disse...

O problema está na educação e na falta de alternativas viáveis. Não se vota CDS porque este provou ser mais do mesmo, não se vota PNR porque os FN e os pseudo-nacionalistas pangermanistas assustam e deturpam e vandalizam um nacionalismo profundamente português. Enfim, ainda irá demorar até que apareça uma alternativa. Mas creio que o povo ainda é governável.

Ainda assim, sem mais para dizer, sou obrigado a concordar consigo, é muito elevado o nr de indivíduos esquerdistas, mas isso enquadra-se no panorama europeu. Mas os tempos mudam, há que ter esperança. Como disse o admirável Ze do Telhado, "quem está do lado da verdade nunca perde".

Haja esperança!

Cumprimentos

Anónimo disse...

Esperança é uma palavra que só existe para um perpectiva de esquerda do Mundo. Uma visão internacional, sem fronteiras de forma a acabar com as desigualdades impostas pelo capital e pelas ideologias fascistas. O caminho será lutar pelo mundo e não pela nação. Aí sim haverá esperança.

Mestre de Aviz disse...

Então era preferível se fossemos todos iguais?

Anónimo disse...

Nao é preferivel, nos somos todos iguais.

Mestre de Aviz disse...

ai somos? ha-de me explicar isso.

Anónimo disse...

A diferença está nas oportunidades e não nas pessoas. Somos todos a mesma coisa.

Ze do Telhado disse...

Então não somos? Isso é tão certo como o Sol girar a volta da Terra. Não seja ridículo...

reconquista disse...

O anónimo acha que ao afirmar que "somos todos a mesma coisa" está a ser justo. O que ele está é a ser profundamente injusto e cego. Veja a Escola. É a mesma escola, para os muito capazes intelectualmente, para os que preferem uma profissão mais prática, para os deficientes. E, tal Escola, encarando todos como "a mesma coisa" não serve nemhum destes grupos. Estão todos miseravelmente abandonados, todos por servir, dentro das mesmas paredes.

O slogan primário dessa igualdade grosseira serve para isso mesmo: transformar pessoas em coisas, retirar-lhes a individualidade, a particularidade - como ao gado.