domingo, fevereiro 4


Exemplos a seguir?


Sem a pretensão de me alongar muito sobre o tema do Aborto, para não tornar enfadonho o debate - até porque já expus a minha opinião várias vezes aqui no blog - vou apenas explicitar duas situações que me parecem no mínimo chocantes, que só provam a irresponsabilidade de um discurso que usa frequentemente argumentos falaciosos e mentirosos. Isto porquê?

Porque nos últimos dias tenho visto nalguns cartazes do "sim" o apelo ao voto por razões de “desenvolvimento”. Porque os outros países da Europa também o fizeram. Porque será - para eles, claro - uma "vergonha nacional" a nossa lei actual não permitir a arbitrariedade nas razões para abortar, um sinal de subdesenvolvimento, de desumanidade e desrespeito pelos direitos das mulheres. Será isto que está em causa?

Ora observemos, então, com regozijo, dois dos países que representam, claramente, o escol no que refere a exemplos de respeito pelos direitos humanos.

Vamos todos admirar este desenvolvimento, aplaudir a forma como se defendeu a Vida e se promoveram, aliás, os direitos das mulheres. Vamos todos votar "Sim" para imitar este “desenvolvimento”, esta modernidade. Esta é a vanguarda dos direitos humanos! Bora lá imitar!


URSS:






"O primeiro país do mundo a legalizar o aborto foi a União Soviética, em 8 de Novembro de 1920. Pela lei soviética, os abortos seriam gratuitos e sem restrições para qualquer mulher que estivesse em seu primeiro trimestre de gravidez. Os hospitais soviéticos instalaram unidades especiais denominadas abortórios, concebidas para realizar as operações em ritmo de produção de massa. Médicos estrangeiros que visitaram a União Soviética neste período para estudar a implantação do aborto referem que em 1930 um abortório com quatro médicos realizava 57 abortos em duas horas e meia. Aliás, desde 1913, Lenine já vinha defendendo a legalização do aborto (…)"




Alemanha Nazi :








"(…) A segunda nação moderna a legalizar o aborto foi a Alemanha Nazi, em Junho de 1935, mediante uma reforma da Lei para a Prevenção das Doenças Hereditárias para a Posteridade, que permitiu a interrupção da gravidez de mulheres consideradas de "má hereditariedade" ("não-arianas" ou portadoras de deficiência física ou mental). A decisão de se praticar o aborto tinha de ser apreciada previamente por uma junta médica de consultoria. O programa foi posteriormente desenvolvido pelos médicos nazis de modo a alcançar também crianças já nascidas, até se transformar em um programa de eutanásia de crianças em larga escala

(…)

O programa nazi de esterilização, aborto e eutanásia foi um dos motivos que levou o Papa Pio XI a condenar o nazismo, na Encíclica Mit Brennender Sorge, publicada em 14 de março de 1937
."


Será este o caminho que queremos seguir?

Pela defesa da VIDA, dia 11 de Fevereiro, com responsabilidade VOTAREMOS NÃO AO ABORTO

11 comentários:

Anónimo disse...

Uber Halless

Pantera disse...

Excelente post camarada.

Parabens

Sôr Matateu disse...

Camaradas lusitanos,
se querem algo objectivo apenas com o intuito de ajudar no processo de decisão dos portugueses sobre a questão do tão aclamado aborto, não deixem de passar por

http://cronicasdetaxistas.blogspot.com

Aquele abraço.

Deutschland disse...

Meu caro... Pode bater na comunada pois são uns porcos e tudo o que fazem ou proclamam é porco. Mas não cometa o erro grosseiro de lhe misturar o glorioso III Reich, cujos motivos eram e sempre serão de toda uma outra estirpe. Senão... Já não se percebe o que julgo que todos defendemos!

Ze do Telhado disse...

Meu caro, não me ponha no seu saco. Não defendo totalitarismos, muito menos um nacionalismo estrangeiro. Não aprecio o III Reich, nao lhe reconheço gloria. Nao me misture com isso, por favor. Aqui ninguém defende o III Reich. Somos Nacionalistas Portugueses, não nos perdemos nessa paixões germanistas e importadas.

Pantera disse...

Grande zéca.
Bem dito

Ze do Telhado disse...

Muito obrigado caríssimo Pantera. Assim que tiver tempo responder-lhe-ei ao e-mail.

Um abraço

besta mecanica disse...

Nem mais. O Nacionalismo profundamente português nada tem a ver com o germânico. Amamos Portugal, nao a Alemanha.

Padeira de Aljubarrota disse...

Hoje apoia-se o SIM pela modernidade. Ora, aqui têm dois exeplos de modernidade e avanço civilizacional (espero que compreendam o ironismo).

Anónimo disse...

VIVA Adolfo Hitler!

Menestrel disse...

Caríssimos:
O aborto legalizado na Alemanha nazi é uma questão muito complicada. Envolvia muitos condicionantes tendo em vista as noções de pureza racial e por aí a fora. Mas não deixo de relembrar que uma mulher de sangue ariano e saudável, se abortasse era imediatamente condenada à morte "por traição ao Estado e tentativa de boicotar o rejuvenescimento na Nação". Isto estava consagrado nas leis da cidadania do Reich.

Ao anónimo: Adolf Hitler está morto... O que resta é a memória, os seus ideiais e alguma da obra (nomeadamente a destruição do império britânico).

Saudações nacionalistas a todos!